Está a ler o arquivo 2005-2009 do Beijós XXI. A partir de 2010, o blogue passou a ser publicado no endereço http://beijozxxi.blogspot.com
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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Boas-vindas ao Eduardo Costa Pereira

Beijodescendente.

No passado dia 20 de Novembro de 2009, nasceu em Viseu, Eduardo Costa Pereira , com 51 cm e 3 205gr. filho de Luis Filipe Dias Pereira e Natércia Santos Costa Pereira.

Felicidades ao bebé recém-nascido, aos pais, e aos avós, António e Cidália Costa, de Beijós, e Fernando Pereira e Isabel Dias de Cabanas de Viriato.


O Beijós XXI tem a honra de oferecer um babete, que pode ser levantado nos Seguros Batista em Beijós.

Nascimentos - 20

terça-feira, 30 de junho de 2009

Famílias de Beijós - Peixoto

A origem do apelido Peixoto é atribuída a Gomes Peixoto, o Velho, que viveu nos sécs. XII - XIII e cuja descendência teve muitas posses por terras de Guimarães, Fafe e Basto. A informação até agora obtida aponta para que o autor deste post seja 21.º neto deste Gomes Peixoto :)

Gonçalo Peixoto da Silva Almeida, 11.º neto de Gomes Peixoto, viveu no séc. XVII em Guimarães, de onde era natural, mas, por heranças várias, era senhor de diversos morgados e era também Padroeiro de S. Miguel da Lageosa, paróquia onde um dos seus filhos, Fernando Peixoto da Silva, foi Abade. No entanto, Fernando prescindiu da Abadia, certamente por afazeres em Guimarães. Numa acta de 1717, consta que «foi eleito para Provedor da Misericórdia de Guimarães Fernando Peixoto da Silva abade reservatário da Paróquia de S. Miguel da Lagiosa e sua anexa de S. João Batista de Veijós». Parece que os de Guimarães sempre tiveram um uso muito próprio dos "V" :)

A família Peixoto da Silva manteve o Padroado por várias décadas e tratou também de nomear um abade da família para governar a paróquia da Lageosa. Foi ele Luís Peixoto da Silva, filho ilegítimo de João Peixoto da Silva (um irmão do Abade Fernando). Foi este Luís que respondeu ao inquérito paroquial de 1758 (como já referi aqui), onde escreveu «É freguesia de São Miguel cuja Igreja é a Matriz, tem sua anexa de São João Baptista de Beijós, é Abadia cuja apresentação é de Gonçalo Peixoto da Silva Macedo e Carvalho, assistente em Alenquer, rende três mil cruzados com sua anexa». Este Gonçalo, padroeiro da altura, era neto de um meio-irmão do Abade Luís.

Seguindo uma tradição familiar, o Abade Luís Peixoto da Silva manteve conversações com uma mulher solteira, no caso, Angélica Maria, natural de Sangemil, cujo resultado foi António Peixoto da Silva, que viria a casar em Beijós em 1783, onde estabeleceu residência, tornando-se no ancestral dos Peixotos de Beijós. O Abade Luís era um grande amigo do Padre Cristóvão, pelo que não é difícil de imaginar a pompa e a elevada assistência eclesiástica do casamento da neta de Luís (Maria Margarida Tavares Peixoto da Silva) com um neto de Cristóvão (António Coelho de Abrantes), mesmo sabendo que eles só puderam assistir ao casamento dos respectivos lugares no Céu. Este casal teve os filhos Cristóvão Coelho de Abrantes e Daniel Coelho de Moura, ambos com vasta descendência nos Coelhos de Beijós. Neste ramo, perdeu-se o apelido Peixoto.

Os restantes filhos de António Peixoto da Silva mantiveram o apelido Peixoto:
Bernarda Delfina Cardoso Tavares foi a 2.ª mulher de Felisberto Coelho de Moura, tendo um filho João Peixoto Coelho, nascido em 1811.
Luiz Peixoto, nascido em 1790, morreu em 1851, sem ter casado.
João Peixoto da Silva, falecido em 1854, foi pai de Claudina de Jesus (referida aqui).

Os actuais Peixoto de Beijós são descendentes de Francisco Peixoto, nascido em 1832. Graças a informação de Ulisses Galvão Silva, sabe-se que este Francisco era filho natural ou ilegítimo de um João Peixoto. Só pode ser o João Peixoto da Silva ou o seu sobrinho João Peixoto Coelho, referidos no parágrafo anterior. Esperemos por mais resultados de investigação genealógica para determinar o papel do tio ou do sobrinho, mas não há qualquer dúvida de que a linhagem é a mesma.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Famílias de Beijós - Peixeira

Creio que não haverá apelido mais beijosense do que Peixeira. Mais de 90% dos Peixeiras que habitam este mundo têm uma raiz comum em Beijós. No entanto, o apelido tem origem numa cabanense, Maria Rosária de Campos, que ganhou o apelido Peixeira, ao que tudo indica, devido à profissão de sua mãe, Maria Bernarda de Campos. Rosária casou em 1783 com o beijosense José Marques, tendo o casal estabelecido residência em Beijós.
Dos cinco filhos, apenas consegui identificar descendência de um, João Marques Peixeiro, nascido em 1790, casado com Maria Paes d'Abrantes, ambos falecidos no Outono de 1823, provavelmente de uma gripe (?), tendo deixado dois órfãos, João com 10 anos e Maria com sete. Os órfãos passaram por grandes dificuldades e perderam parte do património que deveriam ter herdado.

João Marques Peixeira viria a casar em 1838 com Bernarda Maria de Jesus Marques, que também morreu cedo, aos 33 anos, tendo deixado três órfãos de mãe:

  • José Marques Peixeira, n. 1840, c. c. Teresa Marques de Jesus e tiveram (pelo menos) nove filhos, dos quais conheço descendência em quatro:
    Maria José, c. em 1898 c. João de Almeida, de quem teve: António Almeida, Ana Almeida, Maria Madalena, Sebastião Marques de Almeida, João José de Almeida e Hermínio Almeida.
    António Marques Peixeira, c. em 1910 c. a prima Maria Alexandrina e tiveram: António Marques Peixeira, José Marques Peixeira e João Marques Peixeira (Rocha).
    Sebastião Marques Peixeira c.c. Maria do Espírito Santo e tiveram: Alexandre Marques Peixeira, José Marques Peixeira, Maria Rufina Peixeira e Ema do Espírito Santo.
    Jacinta Marques Peixeira c.c. o músico cabanense José Pires da Fonseca, de quem teve: Maria da Anunciação Marques da Fonseca, Delfim Marques da Fonseca, José Marques da Fonseca e António Marques da Fonseca.
  • António Marques Peixeira, n. 1846 c.c. Maria José de Abrantes e tiveram 10 filhos, dos quais conheço descendência em sete:
    Maria da Conceição c. em 1899 c. Alexandre da Costa, de quem teve: Feliz da Costa, José da Costa, Maria do Céu Costa, Maria Amélia Costa, André da Costa e Maria Irene Costa.
    João Marques Peixeira c.c. Maria da Piedade e tiveram: Maria Rosa Peixeira e Gracinda de Jesus Marques Peixeira.
    Margarida de Jesus c.c. João Pais Baptista, de quem teve: Adelino Baptista, José Baptista, João Marques Baptista, Agostinho Baptista e António Baptista.
    Maria Alexandrina c.c. o primo António Marques Peixeira, já referido.
    Lucinda Marques Peixeira c.c. António d'Almeida Casimiro, de quem teve: João Marques Almeida, Maria da Conceição Almeida e Maria da Nazaré Almeida.
    Alexandre Marques Peixeira, c.c. ?? e tiveram: José Marques e Maria de Lurdes da Fonseca.
    Amélia Marques Peixeira c.c. António Pais Batista, de quem teve: Isabel Marques Batista, Albertino Pais Batista, Bernardino Pais Batista, João Pais Batista e António Marques Batista.
  • Agostinho Marques Peixeira n. 1849 c. em 1874 com Margarida Perpétua d'Abreu e tiveram (pelo menos) oito filhos, dos quais conheço descendência em sete:
    José Cardoso Marques Peixeira c.c. Leonor Coelho do Amaral s.g. tendo posteriormente emigrado para o Pará, onde teve (pelo menos) Eliseu Farias Peixeira, Dulce Marques, Emar Marques e João Marques.
    Maria da Anunciação c.c. António Rodrigues Nunes, de quem teve: Camila dos Anjos Nunes, Maria da Paz Nunes, Vasco Rodrigues Nunes e Alda Augusta Vitória Nunes.
    Maria Amélia Marques Peixeira c.c. Agostinho Sousa Abrantes, de quem teve Maria da Anunciação Abrantes Peixeira.
    Maria da Natividade c.c. João Pais e tiveram: José Pais (Bernardo), Alexandre Pais, e Júlia Pais.
    Albino Marques Peixeira c.c. Albertina dos Prazeres Coelho de Moura e tiveram: Maria Amélia Coelho Marques, Arnaldo Coelho Marques, Maria dos Prazeres Coelho Marques e Alexandre Coelho Marques.
    Maria Júlia Marques Peixeira c.c. Agostinho Mendes, de quem teve: Irene Judite Mendes, Álvaro Peixeira Mendes e José Victor Mendes.
    Maria de Nazaré c.c. o primo Agostinho Baptista, acima referido, de quem teve Maria Amélia Batista.

Maria Pais Marques Peixeira viria a casar por duas vezes. Do segundo casamento, com João Marques dos Santos, a descendência está ainda em estudo. Antes, casara em 1848 com Domingos Paes d'Abrantes, que perfilhou (pelo menos) cinco filhos:

  • Jacinta n. 1834 e f. criança.
  • João n. 1844 (sem mais info)
  • José n. 1847 (sem mais info)
  • Margarida de Jesus c. em 1862 c. Manuel Bernardo cuja descendência foi descrita em post anterior.
  • Maria Paes Peixeira c. em 1859 c. José de Abrantes de Campos do Couto Pexim e tiveram (pelo menos) quatro filhos, dos quais conheço descendência em três:
    António Abrantes Couto c.c. Ana do Sacramento Gouveia e Mello e tiveram Alfredo de Melo Abrantes Couto.
    Maria de Jesus Paes Peixeira c.c. António Gomes de Loureiro e tiveram: João Baptista Gomes, Maria Amélia, Ana de Jesus Peixeira, Bernardino Gomes, António Gomes de Loureiro, Maria do Carmo Gomes, Gracinda Peixeira e Maria da Encarnação Gomes.
    Luciana da Ascensão Fonseca c.c. José Antunes Pereira, de quem teve Maria de Jesus, António Antunes Pereira e Alexandre Antunes Pereira. Teve ainda, de seu genro José Pereira Roldão, uma filha chamada Alcina da Ascensão.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Famílias de Beijós - Bernardo

Bernardo Pais Facheiro nasceu em 1802 nos Pardieiros e casou aos 26 anos em Beijós, onde estabeleceu residência e deu origem a uma extensa família. Três dos cinco filhos usaram o patronímico Bernardo, que hoje se encontra num limitado número de descendentes.

Manuel Bernardo casou com Margarida de Jesus (da fam. Peixeira) e tiveram três filhos:

  • Ana dos Prazeres, casada com António Coelho do Amaral, de quem teve Maria Deolinda, casada com Alexandre Antunes Pereira, moleiro da Fraga, pais do Moleiro e avós da Ruth Marlene.
    Ana teve ainda um filho de Messias Augusto, chamado Adelino Moura, pai de Fernanda e de Ester da Ascensão.

  • Ricardo Bernardo, casado com a prima Jacinta Pais Batista. Tiveram: Isabel Pais Batista, casada com João Marques Peixeira, progenitores dos actuais "Rocha"; Amélia da Ascensão Pais, casada com Armindo Loureiro, bisavós do Nuno; Ernesto Augusto Pais, casado com Felisbela Amaral; Ramiro Bernardo Pais, casado com Aurora da Anunciação Figueiredo; Alexandre Bernardo Batista, casado com Rosália da Conceição Baptista.

  • António Bernardo dos Santos, casado com Jacinta Marques (da Cristina), deram origem à linhagem que mais tem usado o apelido Bernardo. Tiveram: José Bernardo, casado com Maria Madalena (Almeida), avós do António Bernardo Pais; João Bernardo dos Santos, casado com Alice da Conceição Mendes, avós do ex-Presidente da ACDB; António Bernardo dos Santos, s.d.; Maria da Piedade Marques, casada com João do Nascimento, pais do actual Presidente da JFB; Maria Deolinda, casada com José Peixoto Henriques, conhecido por coveiro.

José Pais Bernardo Facheiro casou com Claudina de Jesus (da fam. Peixoto) e tiveram dois filhos:


  • António Bernardo Facheiro, sem geração conhecida.

  • Maria de Jesus, que teve de João Cardoso Ferrão Castelo Branco um filho chamado José Cardoso Bernardo, casado com Carolina do Espírito Santo, cujos filhos usam os apelidos Bernardo Cardoso.

João Bernardo casou com a prima Josefa Pais e deram origem à família Baptista de Beijós, já descrita em post anterior.


Os dois filhos de Bernardo Pais Facheiro que não usaram o patronímico são: Maria Pais de Jesus, que casou com Casimiro de Almeida, com vasta descendência de Almeidas; Sebastião Pais (neste documento nomeado como Sebastião Bernardo), com vastíssima descendência, a maioria utilizando o apelido Pais - exemplo dos bloguistas Willoughby e smpc83.

terça-feira, 10 de julho de 2007

Famílias de Beijós - Carvalhal

CarvalhalAntónio Marques do Soveral (referido neste documento) era natural de Carvalhal Redondo, tendo fixado residência em Beijós em 1816, após casar com Maria Bárbara da Costa. Sendo achadiço, seria muito provavelmente conhecido entre os vizinhos por António (de) Carvalhal e o topónimo acabaria por ser adoptado por alguns dos seus filhos...

António e Maria tiveram, pelo menos, seis filhos - duas fêmeas que, muito provavelmente, ficaram para tias e quatro varões, três dos quais adoptaram o apelido Carvalhal:


  1. José Marques da Costa Carvalhal, n. 1817, casou com Teresa de Jesus do Amaral (de quem julgo não ter tido descendência) e depois com Ana Coelho de Abrantes, de quem teve
    - António Marques da Costa Carvalhal, n. 1865, de cujo casamento com Virgínia da Costa Campos nasceram
    -------- Agostinho Marques Carvalhal, conhecido por ter deixado grande obra como Presidente da Junta de Freguesia de Beijós, que é avô do caçador de leões, bisavô da enfermeira modelo e trisavô de uma mente brilhante...
    -------- Rafael Marques Carvalhal, pai, entre outros, de Virgínia Marques Carvalhal, esposa de Hortêncio da Costa
    -------- Maria da Costa Campos, cuja prole aparece nesta foto, e é avó do Batista, bisavó do Beijokense e do Victor Peixeira, além de muitos leitores habituais do Beijós XXI
    -------- Tiago da Costa Campos, pai dum Engº Civil que completou o curso antes de se inventar o fax e que hoje faz parte da toponímia de Beijós
    -------- Isabel da Costa Campos, avó do único mordomo que nos ofereceu um copo no dia de S. João

  2. Joaquim Marques da Costa Carvalhal, n. 1824, casou com Maria de Campos do Amaral e tiveram
    - Ludovina de Campos, sogra da Isabel da Costa Campos referida no parágrafo anterior.

  3. Luiz Marques da Costa Carvalhal, n. 1830, casou com Maria da Nazareth e tiveram oito filhos varões, dos quais desconheço paradeiro e descendência, embora saiba que dois deles - Diogo e Gabriel - faleceram em 1955 na região de Lisboa; os outros chamavam-se Adelino, Abílio, António, João e Domingos, presumo que todos usaram os apelidos Marques Carvalhal.

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Famílias de Beijós - Ornelas

A família Ornelas esteve em Beijós pouco mais de um século, mas deixou-nos um património interessante que talvez devêssemos preservar...

A casa que ostenta as armas dos Ornelas foi edificada em meados do séc. XVII. Nela nasceu em 1662 Vicente da Fonseca de Ornelas, Fidalgo da Casa Real e Administrador do Vínculo de Beijós, filho de João de Ornelas e Gamboa, natural do Funchal, Cavaleiro da Ordem de Cristo, doutor em leis e que foi juiz em Coimbra; e de D. Joana da Veiga, natural de Viseu. Ainda não sei porque um funchalense e uma viseense decidiram estabelecer residência em Beijós... não consta que se dedicassem ao cultivo de alfaces :)

Vicente casou com D. Luisa Jacinta de Abreu, da família Castelo Branco de Vila Pouca da Beira e de Oliveira do Hospital, tendo este casal gerado uma dúzia de beijosenses, mas apenas um deles, herdeiro da casa e do vínculo, ficou por Beijós. Chamava-se João de Ornelas Rolim de Abreu e casou com D. Maria Caetana da Costa Frois, de Cabanas. A filha deste casal, D. Maria Margarida de Ornelas Rolim, nascida em Beijós em 1730, casou com Bartolomeu da Costa Coutinho Tavares de Araújo, filho do General Jacinto Lopes Tavares da Costa.

Bartolomeu e Margarida fixaram residência em Beijós, onde nasceram os primeiros filhos, mas o comando do Regimento de Trancoso e, sobretudo, o solar da família, levaram Bartolomeu à terra natal e a casa dos Ornelas em Beijós acabaria por ser vendida.

Na capela da família, onde foram baptizados e sepultados vários Ornelas, temos 2 túmulos com cobertura em pedra, precisamente os dos fundadores da Casa dos Ornelas de Beijós - Dom João de Ornelas e Gamboa, Fidalgo da Casa de Sua Magestade, e Dona Joana da Veiga, mulher de Dom João de Ornelas e Gamboa, Fidalgo da Casa de Sua Magestade.

quarta-feira, 14 de março de 2007

Famílias de Beijós - Baptista

Quem consultar a lista telefónica de Beijós, depara-se com elevado número de assinantes de apelido Ba(p)tista. À excepção de um ou dois "achadiços", todos estes Batistas têm origem comum e bastante recente, i.e. há poucas gerações atrás.

Assinatura de José Baptista de SouzaOs Batistas de Beijós e Pardieiros descendem de José Baptista de Souza, natural da cidade do Porto, que casou em Beijós a 3 de Maio de 1846, com Maria Paes, dos Pardieiros, onde o casal fixou residência.
Uma filha deste casal, Josefa Pais, casou com João Bernardo, de Beijós, e mudou-se para a capital da freguesia. Todos os filhos deste casal adoptaram o apelido Baptista do avô materno e assim deram origem a vasta prole, que justifica tantos nºs de telefone :)
São eles:

  • José Baptista de Sousa Novo, casado com Rosa da Costa Campos; são os pais destes Batistas, bem como deste outro.
  • António Pais Batista, casado com Amélia Marques Peixeira, deram origem a esta família e, por consequência, ao contributor Batista.
  • João Pais Batista, casado com Margarida (Marques Peixeira); são avós, p. ex. do João da Fruta.
  • Jacinta Pais Batista, casada com Ricardo Bernardo; são avós dos Batista Peixeira, conhecidos por "Rocha".
  • Adelino Pais Batista, casado com Isabel Coelho de Moura, deram origem aos Batistas nomeados "da Fontanheira".

Uma irmã de Josefa, chamada Maria José, também veio residir em Beijós depois de casar com César de Sousa. Foram pais de António Alfredo de Sousa (avô deste noivo), de José de Sousa Baptista e de Custódia de Jesus, que passou o seu nome ao genro, conhecido por António da Custódia :)

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

Famílias de Beijós - Amaral

Willoughby disse... Parabéns LINDA. Estou certo de que o teu contributo vai ser muito valioso. Será mais uma tarefa, mas, por vezes, serve para desanuviar o setress de outros trabalhos. Desejo - te as maiores venturas nesta missão.Seguramente que vais promover a busca da CASA DE BEIJÓS,na nossa aldeia,que já existia em 1716. O seu quarto senhor foi BERNARDO PAES DO AMARAL. Qual será a casa?04 Outubro, 2006 01:12


Segundo Manuel Abranches de Soveral («Ascendências Visienses», Porto 2004), os Amaral de Beijós descendem de Martim Ermiges do Amaral, nascido c. 1150, que fundou a honra e quintã de Amaral, na freguesia do Sul.

No seu trineto João Lourenço do Amaral, nascido c. 1260, têm origem, pelo menos, 5 ramos com descendência em Beijós. O beijosense João Paes do Amaral, 3º senhor da casa de Beijós, nascido em 1673, reúne 4 desses ramos:

2 através do seu avô Manuel, o 1º senhor da casa de Beijós;

e outros 2 através da sua tetravó Filipa de Andrade Cabral, senhora da quinta de Currelos no séc. XVI, cujos ramos Amaral estão cruzados, respectivamente, com Costa e com Cabral (incluindo ascendentes do descobridor do Brasil); estas famílias estão representadas numa pedra de armas no cunhal duma bela casa beijosense.

O 5º ramo, com origem num avô do 1º senhor da casa de Beijós, chamado João Gonçalves do Amaral, agrupa-se aos 4 referidos, nos filhos de João do Amaral & Maria de Abrantes, nomeadamente António Coelho do Amaral, nascido em Beijós em 12 de Dezembro de 1795.
É, portanto, deste António Coelho do Amaral que descendem muitos dos beijosenses que usam (ou cujos antepassados usaram) o apelido Amaral; dos restantes, a maioria descende dos seus primos do referido 5º ramo, que teve grande expressão nas vizinhas localidades de Pardieiros, Pedra Cavaleira e Moreira. Entre estes descendentes do 5º ramo, contam-se os blogueiros Batista, beijokense, Micas10 e Victor Peixeira.

Vejamos os filhos de António Coelho do Amaral e actuais descendentes, tomando como refª os 'activistas' do Beijós XXI: