quinta-feira, 3 de setembro de 2009
sábado, 29 de agosto de 2009
1ª Encontro Ibérico sobre Minas de Urânio, em Mangualde - 05SET2009
sábado, 7 de março de 2009
Assembleia da República vai discutir apoios a antigos trabalhadores da ENU, 13-Março-09
Os antigos trabalhadores insistem que mesmo aqueles que não tinham vínculo à ENU, Empresa Nacional do Urânio à data da sua extinção, sejam abrangidos pelo Decreto-Lei 28/2005, de 10 de Fevereiro tenham direito a benefícios na idade da reforma, e para que sejam pagas indemnizações aos familiares dos que morreram de doenças relacionadas com a exposição à radioactividade.O porta-voz dos Antigos Trabalhadores da ENU, António Minhoto, congratulou-se com a apresentação de num novo projecto-lei, considerando tratar-se de "um reforço da luta". Por isso os antigos trabalhadores da ENU vão marcar presença na Assembleia da República, no próximo 13-Março, para que as questões de segurança e sáude no trabalho deixem de depender da natureza do vínculo laboral.
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Micas10
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Temas: Aldeia Saudável, Aldeia Solidária, Aldeia Verde, Canas de Senhorim, Serviço Público, Urgeiriça, Viseu
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Ex-trabalhadores da ENU realizam marcha no domingo
O Diário Digital noticiou:
Com esta iniciativa, que ligará aqueles que foram dois importantes coutos mineiros da ENU, os antigos trabalhadores exigem resposta às suas reivindicações.
Em causa está a reivindicação para que mesmo aqueles que não tinham vínculo à ENU na data da sua dissolução venham a ser abrangidos por um decreto-lei (nº 28/2005, de 10 de Fevereiro) que os equipare a trabalhadores de fundo de mina, dando benefícios na idade da reforma, e o pagamento de indemnizações aos familiares dos que morreram de doenças relacionadas com a exposição à radioactividade.
(...)
«Os trabalhadores e as suas famílias estão a aderir bem, mesmo com o mau tempo que se espera. Vai ser uma grande jornada de luta, em que temos a solidariedade da Junta de Freguesia da Cunha Baixa», frisou."
Fonte: Diário Digital
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Os protestos continuam
«Uma centena de antigos trabalhadores da Empresa Nacional de Urânio (ENU) concentrou-se junto à Barragem Velha da Urgeiriça, Canas de Senhorim, "em luto" pela morte de mais um colega e pela alegada falta de resposta do Governo às suas reivindicações.»
domingo, 13 de abril de 2008
Chuvadas provocam escorrências das lamas radioactivas na Urgeiriça
"(...)
As lamas radioactivas depositadas nas escombreiras das minas da Urgeiriça não estão totalmente seladas. As obras de requalificação daquelas minas de urânio em Canas de Senhorim, Nelas, são inauguradas na próxima segunda-feira, mas as fortes chuvadas voltaram a provocar escorrências das lamas radioactivas nas escombreiras que estão a ser seladas. Desde o encerramento das minas, em 2004, já morreram mais de cem antigos mineiros - o último dos quais na terça-feira.
(...)
A barragem Velha, local onde estão acumulados mais de quatro milhões de toneladas de resíduos, resultantes da exploração das minas de urânio, começou a ser selada em 2006 e já nesse ano as fortes chuvas encheram a barragem e provocaram o escorrimento das lamas radioactivas para o rio Mondego.
(...)
...opinião de Américo Borges, médico em Canas de Senhorim (...) afirma que a população à volta da Urgeiriça fosse sujeita a exames...
O estudo, que abrangeu 966 pessoas, permitiu aferir que as concentrações de substâncias radioactivas com origem no urânio foram também "detectadas nos solos, águas, produtos hortícolas e no radão existente no ar exterior e interior das habitações, sendo mais elevada a sua presença em Canas de Senhorim, comparativamente às restantes freguesias".
(...)
Fonte: Diário de Notícias
sábado, 8 de março de 2008
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Poluição na Ribeira da Pantanha na Urgeiriça
Segundo (...) antigo trabalhador da Empresa Nacional de Urânio (ENU), que tinha minas na Urgeiriça (freguesia de Canas de Senhorim), esta poluição não terá nada a ver com os resíduos deixados pela exploração daquele minério.
«Serão descargas de uma empresa a montante da Barragem Velha da Urgeiriça que não trata os seus resíduos», afirmou, explicando que a poluição resultante da exploração do urânio era diferente, «deixava a água escura, barrenta, porque transportava terras com materiais radioactivos».
(...)
Segundo o ambientalista, estas descargas já tinham originado outras queixas, havendo relatos de «peixes mortos na barragem dos Valinhos por causa da poluição».
O capitão Filipe Soares, comandante do destacamento de Mangualde da GNR, confirmou a existência de poluição na Ribeira da Pantanha, que está a ser averiguada, havendo suspeitas de descargas ilegais.
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
«Nelas: Programa de saúde a mineiros só “peca por tardio”»
O Correio da Beira Serra noticiou:
"Os antigos trabalhadores da Empresa Nacional de Urânio (ENU) saúdam o lançamento, a partir de Novembro, do programa de saúde que vai abranger entre 200 a 300 antigos operários que estiveram sujeitos a radiações. Mas não poupam críticas ao atraso da medida – que poderia ter impedido mais de uma centena de mortes por doença oncológica – e à forma como foi divulgada.
(...)
A notícia foi avançada, no passado dia 8, pelo delegado de Saúde de Nelas, Bernardino Campos, que destaca o facto de o citado programa incluir uma observação inicial a realizar no Hospital de S. Teotónio, em Viseu.
(...)
Minhoto sublinha que se o rastreio à saúde da população mineira tivesse começado mais cedo, "poderia ter-se evitado a centena de mortes por doença oncológica". "É ainda estranho que este anúncio, parco em informações, surja logo a seguir ao plenário, realizado no último fim de semana, em que prometemos novas formas de luta caso o Estado não assegure o pagamento de indemnizações às famílias das vítimas e a equiparação a trabalhadores de fundo de mina", concluiu."
In: Correio da Beira Serra
terça-feira, 15 de maio de 2007
Mineiros da Urgeiriça não se calam
O "Noticias de Viseu" disse:
"António Minhoto, porta-voz dos ex-trabalhadores da ENU, que tinha sede na Urgeiriça, Canas de Senhorim, sublinha que “cada vez é maior a tristeza que nos assola; cada vez os mineiros estão mais pobres; cada vez somos menos e cada vez batem mais à porta estas mortes constantes com patologias do foro oncológico”. (a propósito de mais uma morte entre um ex-mineiro)
Uma situação que leva a “não dar mais para adiarmos a nossa revolta, o nosso protesto”. O representante dos ex-trabalhadores da ENU enfatiza que “o Governo tem que ficar sensível”(...) (exigem que o governo crie um apoio de rastreio e suporte na saúde dos ex-mineiros, vítimas de doenças profissionais relacionadas com a radioactividade do minério que exploraram para o país durante décadas)
(preparam-se para)
...apresentar em tribunal “uma queixa contra o Estado” e ...ir para a rua no dia em que o Governo português tomar posse da presidência europeia..."
Fonte: Notícias de Viseu
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Antigos trabalhadores das minas de urânio reúnem-se em plenário
"Antigos trabalhadores da Empresa Nacional de Urânio (ENU) reuniram-se ontem em plenário para analisar os últimos dados conhecidos do estudo que avaliou a saúde da população de Canas de Senhorim, onde aquele minério foi explorado e tratado.O encontro, na Casa de Pessoal da Urgeiriça, em Canas de Senhorim – onde a ENU teve sede – serviu também para dar a conhecer o ponto de situação das reivindicações que os trabalhadores há muito fazem ao Governo. A realização de exames médicos periódicos, a obtenção de benefícios na idade da reforma e o pagamento de indemnizações às famílias dos colegas que morreram são as exigências dos antigos trabalhadores, que acreditam que a constante exposição à radioactividade lhes afectou a saúde. Segundo António Minhoto, porta-voz dos antigos trabalhadores, “o último relatório do Minurar, agora conhecido, vem provar essa relação causa-efeito”, dando razão aos trabalhadores, que terão sido ainda mais afectados do que a população. O projecto Minurar, desenvolvido pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge em colaboração com outras entidades, teve como objectivo estudar as minas de urânio e os seus efeitos na saúde, recorrendo a três grupos de freguesias: a de Canas, onde se situa a mina da Urgeiriça e se efectuava o tratamento químico de minério, outras com minas mas sem secção de tratamento e ainda em outras sem actividade mineira. O relatório agora apresentado diz respeito à contaminação interna do organismo dos habitantes, através da análise de amostras de cabelo para avaliar os níveis de polónio e de chumbo (descendentes do urânio), e aos efeitos genotóxicos. Segundo o estudo, em média, os habitantes de Canas de Senhorim têm concentrações de polónio semelhantes aos das outras freguesias onde houve actividade mineira, “sendo ambas significativamente mais elevadas” que as registadas no terceiro grupo."(...)
As Beiras
sexta-feira, 27 de abril de 2007
Mina de urânio afectou a saúde da população
O Primeiro de Janeiro noticiou:
"Resultados do relatório final do estudo que avaliou a saúde da população de Canas de Senhorim revelam que a existência de minas de urânio afectou a saúde da população. Antigos trabalhadores das minas querem agora que o Governo responda...
Antigos trabalhadores da Empresa Nacional de Urânio exortaram ontem o Governo a responder urgentemente às suas reivindicações, que consideram ter ganho força com o relatório final do estudo que avaliou a saúde da população de Canas de Senhorim.
A realização de exames médicos periódicos, a obtenção de benefícios na idade da reforma e o pagamento de indemnizações às famílias dos colegas que morreram são as exigências que os trabalhadores há muito fazem ao Governo, por não terem dúvidas de que a constante exposição à radioactividade lhes afectou a saúde.
“Temos estado à espera da decisão do Governo mas a nossa paciência esgotou-se. O último relatório do Minurar, agora conhecido, vem provar a relação causa-efeito”, afirmou à Agência Lusa António Minhoto, antigo trabalhador da Empresa Nacional de Urânio (que estava sediada na Urgeiriça, em Canas de Senhorim) e dirigente da associação Ambiente em Zonas Uraníferas.
O projecto Minurar, desenvolvido pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge em colaboração com outras entidades, teve como objectivo estudar as minas de urânio e os seus efeitos na saúde, recorrendo a três grupos de freguesias: a de Canas, onde se situa a mina da Urgeiriça e se efectuava o tratamento químico de minério, outras com minas mas sem secção de tratamento e ainda em outras sem actividade mineira.
(...)
Para analisar o relatório do Minurar, os antigos trabalhadores da ENU vão reunir-se em plenário no próximo dia 1 de Maio."
Fonte: O Primeiro de Janeiro
domingo, 12 de novembro de 2006
Ex-mineiros Reclamam Atenção
"Antigos trabalhadores da Empresa Nacional de Urânio (ENU) deram um prazo (...) de três semanas ao Governo, para responder às suas reivindicações, designadamente serem submetidos a exames médicos periódicos.
Notícia e foto: Jornal de Notícias (J. Paulo Coutinho)
terça-feira, 5 de setembro de 2006
Minas da Urgeiriça podem ser descontaminadas dos residuos de urânio
As plantas hipercomuladoras são capazes de, em apenas 24 horas, reduzir para metade a contaminação de urânio na água.
O coordenador do projecto, João Pratas, considera que este é importante para a resolução dos problemas ambientais do nosso país (...)
Os locais dos testes serão feitos nas antigas minas da Urgeiriça, no concelho de Nelas, e da Cunha Baixa, no concelho de Mangualde."




















