Está a ler o arquivo 2005-2009 do Beijós XXI. A partir de 2010, o blogue passou a ser publicado no endereço http://beijozxxi.blogspot.com
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segunda-feira, 2 de março de 2009

As armas da pedra

A origem desta pedra d'armas tem despertado a curiosidade de alguns beijosenses e visitantes. Foi até tema de um desafio neste blogue...
Neste post deixo alguma informação sobre as famílias que representa.

Em 1770 o beijosense Manuel Correia de Moura Sampaio Cabral requereu uma carta de brasão para a sua família, com escudo esquartelado; no primeiro quartel as armas dos Correas, no segundo as dos Cabraes, no terceiro a dos Mouras, no quarto as dos Costas. Não tenho informação sobre a data da pedra nem quem a mandou fazer, mas suponho que terá sido o mesmo requerente da carta de brasão.

Os dois primeiros quartéis têm origem no Cap. Cristóvão Correia Cabral, do Arrabal, conc. de Leiria. O terceiro na família Moura de Araújo. O quarto na família Costa Homem, com raizes na Lajeosa.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Faça a árvore genealógica da sua família

"Igreja Mórmon disponibiliza registos até ao século XVI

A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, mais conhecida por Igreja Mórmon, tem em Portugal vinte centros de pesquisa que permitem a qualquer cidadão traçar árvores genealógicas até ao séc. XVI.

Abertos a todos e de acesso gratuito, os centros disponibilizam microfilmes com registos paroquiais de Portugal que permitem recuar cinco séculos e os únicos requisitos para proceder a uma busca são o tempo e a paciência.

Na capital, a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias tem o Centro da História da Família/Biblioteca Genealógica de Lisboa, na Avenida Almirante Gago Coutinho, e um pólo em Benfica mas existem outros locais de pesquisa de Norte a Sul do país e nas ilhas.

(...)

No acervo do Centro da História da Família/Biblioteca Genealógica de Lisboa a pesquisa faz-se por freguesia numa sala de leitura com nove monitores onde são visionadas as imagens dos livros de registos paroquiais.

«Há quem venha cá apenas para saber mais sobre a própria família mas também há quem recorra ao serviço porque está a fazer uma tese e precisa de saber quantas pessoas nasceram, morreram e de que causas em determinado período», indicou o responsável, acrescentando que o espaço é frequentado por «pessoas de todas as idades e todos os níveis, incluindo advogados, médicos e até ministros».

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A Biblioteca Genealógica de Lisboa começou a disponibilizar os microfilmes ao público nos anos oitenta e actualmente existem diversos outros Centros de História da Família no continente - em Alverca, Braga, Beja, Coimbra, Faro, Leiria, Miratejo (Corroios), Oeiras, Ovar, Portimão, Porto (com dois pólos), Póvoa do Varzim, Setúbal, Viseu - e nas ilhas: Funchal, Ponta Delgada ou Angra do Heroísmo.

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A Sociedade começou a microfilmar em 1938 e já percorreu mais de 110 países através de uma rede que inclui centenas de pessoas especializadas em História, estudos das regiões, biblioteconomia, micrografia e vários idiomas. Cerca de 200 câmaras estão actualmente a microfilmar registos em mais de 45 países.

Os microfilmes originais estão depositados nas Montanhas Rochosas do Utah, numa estrutura à prova de sismo e de ataque nuclear que a Igreja designa por Cofre das Montanhas de Granito, já que o depósito guarda as películas sob 200 metros de granito, numa atmosfera com temperatura e humidade controladas.

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A página de Internet alojada em www.familysearch.org informa ainda que a Sociedade Genealógica do Utah disponibiliza um Arquivo Ancestral com mais de 35 milhões de nomes ligados a famílias, um Índice Genealógico Internacional com mais de 125 milhões de nomes e um Arquivo de Recursos de Linhagem, que contém para cima de 80 milhões de nomes, também ligados a famílias.

Em Portugal, além dos Centros da História da Família da Igreja Mórmon, é possível obter informação para construir uma árvore genealógica na Torre do Tombo, na Santa Casa da Misericórdia (devido à roda dos expostos) e nos arquivos militares."

Fonte: Diário Digital

26-12-2007






Family History Centers in Viseu
Rua Candido dos Reis 81
Viseu
Portugal
Phone: 351-32425559
Hours: 3ª e 5ª: 19H00-21H00; Sab: 17H00-19H00





sexta-feira, 4 de maio de 2007

Famílias de Beijós - Ornelas

A família Ornelas esteve em Beijós pouco mais de um século, mas deixou-nos um património interessante que talvez devêssemos preservar...

A casa que ostenta as armas dos Ornelas foi edificada em meados do séc. XVII. Nela nasceu em 1662 Vicente da Fonseca de Ornelas, Fidalgo da Casa Real e Administrador do Vínculo de Beijós, filho de João de Ornelas e Gamboa, natural do Funchal, Cavaleiro da Ordem de Cristo, doutor em leis e que foi juiz em Coimbra; e de D. Joana da Veiga, natural de Viseu. Ainda não sei porque um funchalense e uma viseense decidiram estabelecer residência em Beijós... não consta que se dedicassem ao cultivo de alfaces :)

Vicente casou com D. Luisa Jacinta de Abreu, da família Castelo Branco de Vila Pouca da Beira e de Oliveira do Hospital, tendo este casal gerado uma dúzia de beijosenses, mas apenas um deles, herdeiro da casa e do vínculo, ficou por Beijós. Chamava-se João de Ornelas Rolim de Abreu e casou com D. Maria Caetana da Costa Frois, de Cabanas. A filha deste casal, D. Maria Margarida de Ornelas Rolim, nascida em Beijós em 1730, casou com Bartolomeu da Costa Coutinho Tavares de Araújo, filho do General Jacinto Lopes Tavares da Costa.

Bartolomeu e Margarida fixaram residência em Beijós, onde nasceram os primeiros filhos, mas o comando do Regimento de Trancoso e, sobretudo, o solar da família, levaram Bartolomeu à terra natal e a casa dos Ornelas em Beijós acabaria por ser vendida.

Na capela da família, onde foram baptizados e sepultados vários Ornelas, temos 2 túmulos com cobertura em pedra, precisamente os dos fundadores da Casa dos Ornelas de Beijós - Dom João de Ornelas e Gamboa, Fidalgo da Casa de Sua Magestade, e Dona Joana da Veiga, mulher de Dom João de Ornelas e Gamboa, Fidalgo da Casa de Sua Magestade.

segunda-feira, 10 de outubro de 2005

Bandeira de Portugal



Após a instauração do regime republicano, um decreto da Assembleia Nacional constituinte datado de 19 de Junho de 1911, Publicado no Diário do Governo nº141, do mesmo ano, aprovou a Bandeira Nacional que substituiu a Bandeira da Monarquia Constitucional. Este decreto teve a sua regulamentação adequada, publicada no diário do Governo n.º 150 (decreto de 30 de Junho). A Bandeira Nacional é bipartida verticalmente em duas cores fundamentais, verde escuro e escarlate, ficando o verde do lado da tralha. Ao centro, e sobreposto à união das cores, tem o escudo das armas nacionais, orlado de branco e assentado sobre a esfera armilar manuelina, em amarelo e avivada de negro. O comprimento da bandeira é de vez e meia a altura da tralha. A divisória entre as duas cores fundamentais deve ser feita de modo que fiquem dois quintos do comprimento total ocupados pelo verde e os três quintos restantes pelo vermelho. O emblema central ocupa metade da altura da tralha, ficando equidistante das orlas superior e inferior.

http://www.mdn.gov.pt/Publicacoes/PDF_simbolos/bandeira_nacional.pdf

sexta-feira, 7 de outubro de 2005

Beijós - Carregal do Sal - Viseu




Heráldica
Fonte: Fisicohomepage

terça-feira, 4 de outubro de 2005

Bandeiras