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quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Assassino de Santa Comba Dão condenado a 25 anos de prisão

O Diário Digital noticiou:

«O ex-militar da GNR António Costa foi esta terça-feira condenado à pena máxima de 25 anos de prisão pelo homicídio de três raparigas.

A sentença proferida pelo colectivo de juízes liderado por Jorge Loureiro, do Tribunal da Figueira da Foz, corresponde à pena máxima aplicável em cúmulo jurídico.»

(...)

Para ler toda a notícia, ver o Diário Digital

1 Beijos:

willoughby disse...

Estas coisas dão sempre para meditar!:(

Não se conseguem perceber muito bem a olho nu, as razões para tão tresloucados actos.:(

Não foi considerado inimputável, como ele pretendeu fazer crer. Mas temos que nos interrogar sobre que doença é que o afecta.:(

Actos demasiado cruéis, para que nem sequer revele algum arrependimento.:'-(

Num caso isolado, um homicídio, por circunstâncias alheias à sua vontade, ainda poderíamos repensar sobre os problemas que, psicologicamente,o afectaram, para ocultar o cadáver, mas ter havido a repetição dos actos, com mais duas vítimas é demasiado duro e não dá para entender.:'-(

A pena aplicada, que poderia ir quase ao triplo, se a Lei Portuguesa o permitisse, tem pelo menos três facetas:

1.ª - A punição dos actos em si;
2.ª - Evitar que o criminoso continuasse a cometer estes horrendos crimes;
3.ª - Esta será a principal, para evitar a justiça popular,porque, seguramente, ficando em liberdade, mais tarde ou mais cedo, corria o risco de vir a ser linchado, evitando assim outros homicídios cometidos por terceiros.

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