conforme pouca gente vê as actuações do onda viva, se calhar o/a anonimus tb não aparece noutros eventos q acontecem em beijós! n? para nos fazerem tb temos q fazer....
Acerca das cervejas no sabado pelas 16 horas no Peixeira, estive lá e ninguém apareceu. Então Noddy o que aconteceu? Não tinhas sede no sabado á tarde?
Por acaso esta fotografia causou uma "amena discussão" aqui em casa e por acaso estvam visitas aqui e não nos entendiamos a qual casa pertencia, nem uma visita ao local esclareceu a dúvida, só ao voltar a casa é que esta dúvida me foi diisipada ao perguntar ao Srº Manuel(pedreiro) que vive perto a quem pertencia a casa. Aqui o meu muitoobrigado ao Sr. Manuel pela ajuda.
ò Ricardo a visita ao local não deu frutos, porque de facto a casa do Agostinho da Custódia pega com a casa da Chaminé mas não é dele metade era do meu avô Duarte e metade do Zé da Aguieira, nesta casa moraram os meus pais antes de irem para a que têm hoje aliás foi lá que "nasceram" o meu irmão e a minha irmã.
Bela, Chaminé, faz parte também da imagem colectiva, que todos temos da bela paisagem de Beijós. Aldeia das sete colinas. Faço votos que nunca ninguém a deite abaixo, seguramente que a paisagem nunca mais seria a mesma, ficaria amputada. Viva a chaminé.
Esta merecia um comentário mais alargado. Vamos lá ver se não me perco. Não sei a data de construção, mas deve ser de finais do séc XIX (?). O tipo de construção não é comum na região (em Beijós não há mais nenhuma lol). Havia uma grande cozinha com esta chaminé que dava para grandes assados e para fumar largas dezenas de chouriças. A casa principal, com os quartos de dormir, os salões e a adega, era separada. O destino fez com que um dia a casa, o quintal e a cozinha fossem divididos em 2 partes, então construiu-se uma parede ao longo da cozinha, que dividiu a lareira, mantendo a chaminé. Foi numa das partes dessa cozinha que eu aprendi que não se brinca com o fogo e que aprendi também os impropérios (em versão soft, comparando com a norma actual) por ele despoletados. De quando em vez, a minha mãe conversava com a Natividade sem sair da nossa lareira. Noutras ocasiões, eu entrava pela porta "errada" para ouvir as histórias do Sr. José -- não tínhamos TV, mas tínhamos esses meios de comunicação interactivos que eram os velhos -- bem, deixem-me lá acabar! (tudo isto por causa duma chaminé?)
Parece que não restam dúvidas: a chaminé pertence, em partes iguais, a herdeiros de Zé d'Aguieira e herdeiros de Duarte. Assim sendo, o tribunal arbitral decidiu que noddy, Vadio e Victor Peixeira vão repartir o prémio, ie, vão partir o coco.
da casa do espreita aviões?
ResponderEliminarou do zé d'aguieira.
ResponderEliminarBeijokense, qtas cervejas estão hoje em jogo?
gostei do que disseram sobre o "Onda Viva" e ao mesmo tempo supprendi-m,porque nas actuações que elas têm dado em beijós nunca vejo lá muita gente.
ResponderEliminarconforme pouca gente vê as actuações do onda viva, se calhar o/a anonimus tb não aparece noutros eventos q acontecem em beijós! n? para nos fazerem tb temos q fazer....
ResponderEliminarAcerca das cervejas no sabado pelas 16 horas no Peixeira, estive lá e ninguém apareceu.
ResponderEliminarEntão Noddy o que aconteceu? Não tinhas sede no sabado á tarde?
oh! tive vergonha. sou mto timida....
ResponderEliminarPenso ser a chaminé da casa do Falecido Srº Duarte. Que é grande é, até dava para lá fazer um belo quarto com solário.
ResponderEliminarÓ Noddy mas chegas-te lá ir?
ResponderEliminarn. és rapazola para q idade?
ResponderEliminarAinda ninguém acertou, mas quer a noddy quer o Vadio estão perto...
ResponderEliminarÓ noddy, não estava previsto prémio, desta vez... pode ser 1 coco?
Essa chaminé pertence á casa do Srº Agostinho da Custódia.
ResponderEliminarPor acaso esta fotografia causou uma "amena discussão" aqui em casa e por acaso estvam visitas aqui e não nos entendiamos a qual casa pertencia, nem uma visita ao local esclareceu a dúvida, só ao voltar a casa é que esta dúvida me foi diisipada ao perguntar ao Srº Manuel(pedreiro) que vive perto a quem pertencia a casa. Aqui o meu muitoobrigado ao Sr. Manuel pela ajuda.
ResponderEliminarEsta chaminé é metade do Meu avô Duarte Campos Pais e metade do Sr. José da Aguieira.
ResponderEliminarò Ricardo a visita ao local não deu frutos, porque de facto a casa do Agostinho da Custódia pega com a casa da Chaminé mas não é dele metade era do meu avô Duarte e metade do Zé da Aguieira, nesta casa moraram os meus pais antes de irem para a que têm hoje aliás foi lá que "nasceram" o meu irmão e a minha irmã.
ResponderEliminarEsta cheminé tem que estar perto da igreja por que se vê o outeiro ao fundo. De que que época é a a construção ?
ResponderEliminarVictor:
ResponderEliminareu disse: "nem uma visita ao local esclareceu a dúvida"
A minha resposta baseou-se na resposta dada pelo Srº Manuel.
Pode ser que eu tenha melhor sorte para a próxima.
Obrigado pelos esclarecimentos.
Bela, Chaminé, faz parte também da imagem colectiva, que todos temos da bela paisagem de Beijós.
ResponderEliminarAldeia das sete colinas.
Faço votos que nunca ninguém a deite abaixo, seguramente que a paisagem nunca mais seria a mesma, ficaria amputada.
Viva a chaminé.
Ó Ricardo, vais aí ao café do peixeira com o Pintarolas, tá lá o Manel (pedreiro) e esclarem o assunto ;)
ResponderEliminarEsta merecia um comentário mais alargado. Vamos lá ver se não me perco.
ResponderEliminarNão sei a data de construção, mas deve ser de finais do séc XIX (?). O tipo de construção não é comum na região (em Beijós não há mais nenhuma lol). Havia uma grande cozinha com esta chaminé que dava para grandes assados e para fumar largas dezenas de chouriças. A casa principal, com os quartos de dormir, os salões e a adega, era separada.
O destino fez com que um dia a casa, o quintal e a cozinha fossem divididos em 2 partes, então construiu-se uma parede ao longo da cozinha, que dividiu a lareira, mantendo a chaminé.
Foi numa das partes dessa cozinha que eu aprendi que não se brinca com o fogo e que aprendi também os impropérios (em versão soft, comparando com a norma actual) por ele despoletados. De quando em vez, a minha mãe conversava com a Natividade sem sair da nossa lareira. Noutras ocasiões, eu entrava pela porta "errada" para ouvir as histórias do Sr. José -- não tínhamos TV, mas tínhamos esses meios de comunicação interactivos que eram os velhos -- bem, deixem-me lá acabar! (tudo isto por causa duma chaminé?)
uma chaminé deste tamanho e desta idade deve ter muitas histórias pra contar ...haja quem as saiba.
ResponderEliminarParece que não restam dúvidas:
ResponderEliminara chaminé pertence, em partes iguais, a herdeiros de Zé d'Aguieira e herdeiros de Duarte.
Assim sendo, o tribunal arbitral decidiu que noddy, Vadio e Victor Peixeira vão repartir o prémio, ie, vão partir o coco.