Iteiro
Um bilhete-postal de Beijós, com as guardas da ponte acabadinhas de fazer.
As casas do Iteiro eram muito interessantes.
Imagem cedida por Isabel Clara
Um bilhete-postal de Beijós, com as guardas da ponte acabadinhas de fazer.
As casas do Iteiro eram muito interessantes.
Imagem cedida por Isabel Clara
Este fim de semana, 11 e 12 de Outubro de 2008, decorreram os festejos do 7º aniversário do Grupo de Jovens PSJ (Para Sempre Jovens).
O enviado especial do Beijós XXI deslocou-se na tarde de Domingo, pôde ainda assistir a actuação dos BeFlat de Santa Comba Dão.

Algumas fotos engraçadas tiradas durante o II Passeio Pedestre de Viveiros Batista e Vitor Batista - Seguros.
Paisagens únicas.....deslumbrantes....
Temos que apreciar o leito da bela Ribeira de Beijós.
Uma gruta que dá para nos abrigarmos da chuva...
Estou tão cansado que tenho que me deitar um pouco............aahhhhhhh....
Esta história anónima, que me chegou por diversas cadeias de mensagens , é a melhor explicação que tenho visto sobre a actual crise financeira e colapso dos mercados de capitais, e inclusive a minha análise que podem ver no PPP Lusofonia.
CITAÇÃO:
Para quem não entendeu ou não sabe bem o que é a actual CRISE AMERICANA E MUNDIAL, ou o que gerou a crise americana e mundial, segue um breve relato económico para leigo entender.
Então, é assim:
O sr. Zé tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender vinho 'na caderneta' aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados...
Porque decidiu vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose do tintol (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo crédito).
O gerente do banco do sr Zé, um ousado administrador formado em curso de emibiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um activo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento, tendo o pindura dos pinguços como garantia.
Uns seis zécutivos dos bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrónimo financeiro que ninguém sabe exactamente o que quer dizer.
Esses adicionais instrumentos financeiros alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do sr. Zé ).
Esses derivados passam a ser negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.
Até que alguém descobre que os bêbados da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, o bar do sr. Zé vai à falência, e também toda a cadeia.
É ISTO!
FIM DE CITAÇÃO
Acrescente-se que o sr. Zé até conhecia bem os seus clientes e até suspeitava que não iam poder pagar. Por isso ele vendia as ditas "cadernetas" da lista dos fiados a investidores terceiros, que lhe adiantavem logo o dinheiro, e ficavam a receber dos bebedores, sem recurso a ele, sr. Zé. Como havia muita procura da parte desses investidores terceiros, o sr. Zé até chegou a contratar uns agentes angariadores para conseguir mais bebedores fiados nas aldeias próximas, e porque não longínquas, e quanto mais bêbedos melhor para fazer volume. Tudo para ceder mais cadernetas dos fiados a mais investidores, sempre sem recurso, que o sr. Zé não era parvo. Entretanto o sr Zé, cheio de liquidez (da boa, a financeira) multiplica o seu ordenando, auto-atribui-se um prémio valente, entrega a taberna a uns dos angariadores que nem sabe de vinho, nem de bêbedos, e retira-se atempadamente para uma ilha tropical.
Eis senão quando, chega aí o aquecimento global, e a bela ilha ameaça afundar-se numa enorme tempestade mundial.
Não perca os próximos capítulos...
Vindimas 2008,
Será que alguém conhece estas uvas......
Um a trabalhar os outros a dar apoio psicológico
Algum deste vinho deve ser consumido nas famosas provas das bolas
O primeiro-ministro islandês, Geir Haarde, aconselhou hoje os seus cidadãos sobre aquilo que devem fazer após a implosão do sistema bancário do país: irem pescar.
Razão parece ter James Kunstler, o famoso autor de "O Fim do Petróleo", quando diz que com a escassez cada vez maior de crude, o mundo vai acabar por se voltar de novo para a agricultura tradicional.Na Islândia, não é o fim do petróleo, mas sim da banca, que está a fazer o país acordar de novo para os recursos piscatórios. Com efeito, o primeiro-ministro islandês, Geir Haarde, aconselhou hoje os seus cidadãos sobre aquilo que devem fazer após a implosão do sistema bancário do país: irem pescar."Somos um país demasiado pequeno para sustentar um sistema bancário de tão grande dimensão", afirmou Haarde numa entrevista, citado pela Bloomberg.
"Temos fantásticos recursos e uma abundância de energia verde e agora iremos utilizar tudo isso e os restantes recursos de que dispomos – o mar e o capital humano", salientou.Na última década, os bancos da Islândia apoiaram a "festa das compras", através da qual os investidores daquele país compraram posições em retalhistas como a Saks Fifth Avenue ou em joalheiras como a Mappin & Webb, entre muitas outras grandes empresas. Essa aventura no estrangeiro chegou ao fim esta semana, com a nacionalização dos três maiores bancos da Islândia, salienta a Bloomberg.Agora, os islandeses começam a querer apostar nos recursos naturais do Atlântico – pesca e energia geotérmica – como forma de ajudar o país a sobreviver. "Podemos viver daquilo que a terra nos dá, porque não somos muitos, e temos aquecimento, água potável e peixe", comentou à Bloomberg uma cidadã de Reiquejavique, Kristinn Johansson. "Ficaremos bem. Podemos comer aquilo que pescarmos", acrescentou.
Fonte: Jornal de Negócios
Depois do Encontro de Bandas, desta vez temos o Encontro de Grupos de Danças que terá lugar dia 26 de Outubro (Domingo) pelas 15H00, no Salão da Sociedade Filármónica de Cabanas de Viriato, com a presença também do Grupo de Beijós Onda Viva.
Grupos: Beijocas / Onda Viva / New Dancing Style / 12 JP / Livre Estilo / Rhitmos
Termina no próximo dia 16 o prazo para os maiores de 65 residentes na Freguesia de Beijós se inscreverem para a visita guiada ao Museu Municipal e Lagar de Varas, a ter lugar dia 22 pelas 14:30. |
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| Visita dos >65 residentes na freguesia de O. Conde Imagem publicada no Defesa da Beira e retirada do Farol da Nossa Terra |
| O nosso conterrâneo e habitual leitor Sr. Francisco Abílio Abrantes, residente nos Estados Unidos da América, enviou-nos estes documentos, da sua primeira tentativa para emigrar para este País, em 1963. |
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| Hoje publicamos o requerimento, já com a menção de indeferido. |
António Balbino Caldeira é um daqueles bloguistas que resolveu blogar por considerar que os media não são livres: «Sistematicamente, o povo vai sendo influenciado pelos editores, jornalistas e fazedores de opinião da moda politicamente correctos, acolitados ultimamente por gente do espectáculo. Eles funcionam em cartel com os políticos e dirigentes associados, distribuindo lugares, dinheiro e poder, conquistando o Estado e as instituições». Por isso, «a denúncia desse mal, que corrompe depois a sociedade civil, tem de ser feita aqui, no território dos blogues, que me parece um terreno livre e não controlado».
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| Imagem de mediazone.info |
O Dia Nacional da Água a 1-Outubro, quando as reservas hídricas estão no ponto mínimo, marcou o inicio do ano hidrológico, que esperamos venha a ser melhor que o ano que termina.

Como se refere no post anterior, foi reconstruído o monumento às alminhas, gentil, que se havia partido, não desta vida, mas em quatro pedaços. O Beijós XXI já tinha publicado uma foto de um dos fragmentos no brinde dos 34.000. Agora fica aqui outra, testemunho do cuidado com que o Dr. Evaristo Pinto se inteirava do estado "das pedras" sempre que passava por perto... nesta ocasião, no I Passeio Pedestre da ACDB. |
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| No mês de Outubro visite o Museu de Carregal do Sal e veja a exposição "Beijós e suas Gentes" |
Descoberto através de prospecções arqueológicas, em quatro fragmentos graníticos ornamentados, disfarçadamente inseridos no muro do caminho que dá acesso ao Outeiro do Calvário em Beijós, local onde anualmente são efectuadas romarias para bênção dos campos, foi possível, no âmbito da 3ª fase da carta arqueológica do concelho e do Projecto de criação do Percurso Patrimonial de Chãs-Beijós proceder, como tem vindo a constituir natural missão do Museu, a diligências para a sua recuperação e preservação, trabalho meritório a que não podem deixar de estar associados os recursos humanos da Divisão de Obras Municipais, os quais, com reconhecido profissionalismo e mediante informação explícita fornecida souberam, tal como havia já sido revelado para os trabalhos do Museu e Lagar de Varas de Parada trazer de volta as memórias histórico-culturais do Município de Carregal do Sal.
Postado por
Victor Peixeira Marques
às
12:02
0
Beijos
Temas: Freguesia de Beijós, Notícias do Concelho, Património
No dia 5 de Outubro de 1910, deu-se a implantação da República em Portugal.
Comemora-se hoje 98 anos.
Beijós é uma aldeia sede de freguesia, fica situada na estrada
que vai de Carregal do Sal a Viseu (via Sangemil), a 12 Km da sede do concelho Carregal do Sal, distrito de Viseu, em Portugal.
São muito remotas as suas origens, mais de três mil anos. É uma povoação essencialmente agrícola, com as ribeiras fertilizando os seus campos, muito produtivos. Os 1217 habitantes da freguesia ocupam uma área de 1253 hectares.
Beijós XXI, Ágora da Aldeia...quem sabe..., mais digital de Portugal:)